Lançamento Maio 2016 DarkSide O Exorcismo

A HISTÓRIA REAL QUE INSPIROU O CLÁSSICO O EXORCISTA.
“LIVRAI-NOS DE TODO O MAL, AMÉM.”
Um fenômeno quase paranormal atingiu o mundo em 1973. Multidões sofreram de náuseas, desmaios, alucinações e calafrios, numa histeria coletiva sem precedentes. Todos aparentemente possuídos por um filme: o já clássico O Exorcista, dirigido por William Friedkin e adaptado do romance que o roteirista Willian Peter Blatty lançara dois anos antes e que completa 45 anos em 2016.
Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade.


A história real aconteceu em 1949, e você pode conhecê-la — se tiver coragem! — no livro EXORCISMO, do jornalista Thomas B. Allen, lançamento da DarkSide Books em 2016. Exorcismo narra em detalhes os fatos que aconteceram com Robert Mannheim, um jovem norte-americano de 14 anos que gostava de brincar com sua tábua ouija, presente que ganhou de uma tia que achava ser possível se comunicar com os mortos.

Thomas B. Allen contou com uma santa contribuição para a pesquisa do seu trabalho. Ele teve acesso ao diário de um padre jesuíta que auxiliou o exorcista Bowdern. Como resultado, seu livro é considerado o mais completo relato de um exorcismo pela Igreja Católica desde a Idade Média. Os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren definiram a obra de Thomas B. Allen como “um documento fascinante e imparcial sobre a lluta diária entre o bem e o mal”.
Trailer do Filme O exorcismo 1973

Curiosidade sobre o filme
  1. Entre a première em 19 de junho e o lançamento no circuito em 26 de dezembro de 1973, a Warner fez algumas sessões especiais — e as consequentes reações dos que viam — aumentavam a expectativa em relação ao "ultrajante" e "apavorante" filme. Friedkin vetou as usuais sessões teste com público, expediente que costuma provocar alterações e cortes nos filmes. Segundo dizia, se Warner levasse em conta o conta a resultado dessas sessões jamais lançaria O Exorcista
  2. A estratégia de divulgação resultou em filas imensas quando da estreia oficial nos cinemas.
  3. O Exorcista chegou ao Brasil em novembro de 1974.
  4. Em busca de maior realismo das interpretações, Friedkin fazia uso de métodos peculiares. O diretor alimentou a imagem, folclórica para alguns, de desprezar e trabalho de atores. Gostava de andar armado e dava tiros para o alto no set, com o fim de tensionar o elenco e captar reações sem avisar que a câmera estava rodando. 
  5. Era comum colocar música em alto volume no set.
  6. Por conta desse "método", Friedkin provocou uma séria lesão na coluna da atriz Ellen Burstyn, que faz a mãe da menina Regan. Em uma cena em que Ellen deveria ser arremessada contra a parede e arrastada, o diretor fez a atriz usar um colete atado em uma corda, que a puxava para trás com enorme força — ele pediu ao câmera para registrar a cena antes sem a atriz ser avisada do baque, com o fim de captar um susto genuíno dela.
  7. Friedkin também esbofeteou diante da câmera William O'Malley, um religioso de verdade que interpretou o padre Karris, para captar nele uma expressão de tensão mais genuína.
  8. Análises psicológicas do filme veem O Exorcista como representação extrema do "inferno da puberdade" e das transformações fisiológicas provocadas no corpo feminino às portas da adolescência.
  9. À época, o filme também foi analisado como espelho da catarse de violência que os americanos assistiam na Guerra do Vietnã. Teve também quem enxergasse Regan como modelo de rebeldia e inconformidade contra "o sistema".
  10. Em 2000, O Exorcista foi relançado na "versão do diretor", com cópia restaurada e 11 minutos de cenas que ficaram de fora da versão original, entre elas a que mostra Regan descendo a escadaria de sua casa com o corpo contorcido, aparentando ser uma aranha (efeito complexo à época, ficou ao gosto do diretor graças à trucagem digital).
  11. O mal estar que o filme provocava foi incorporado ao marketing. Em algumas salas, eram distribuídos saquinhos para conter enjoo e anúncios alertavam que a sessão não era recomendada para cardíacos e gestantes.
  12. Proibido em algumas cidades da Inglaterra, o filme originou a curiosa "Excursão Exorcista", que levava o público de ônibus a cidades que o exibiam.
  13. A atriz Mercedes McCambridge é quem dubla a voz demoníaca de Linda Blair. Considerando-se injustiçada pela falta de crédito, e vendo Linda ser indicada ao Oscar de atriz coadjuvante, Mercedes processou a Warner.
  14. Durante as filmagens de O Exorcista, nove pessoas ligadas direta ou indiretamente à produção morreram. Os atores Jack MacGowran e Vasiliki Maliaros morreram antes do lançamento do filme.
  15. Friedkin, por garantia e também pela publicidade, pedia para um padre benzer o set com regularidade.

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